RISCO DE CONTAMINAÇÃO DO EQUIPO NA CARBOXTERAPIA

Allana Campos Azevedo, Robinson Moresca de Andrade

Resumo


O trabalho traz informações até o momento desconhecidas, o fato é a possibilidade de contaminação microbiana entre pacientes que utilizam o procedimento da carboxiterapia, onde utiliza dióxido de carbono ou CO2 (gás carbônico medicinal) administrado por via subcutânea ou percutânea com pressão controlada com o objetivo de tratar patologias ou com finalidade estética, ainda a melhoria do metabolismo tissular, com objetivo de melhorar a circulação e minimizar a adiposidade localizada a elasticidade cutânea. O objetivo deste trabalho foi comprovar o risco de contaminação cruzada entre pacientes principalmente pelo equipo e desinfecção tópica dos pacientes, tendo como parâmetro, as agulhas (perfurocortantes) utilizadas durante o procedimento de carboxiterapia. Como resultado alcançado, foi observado a contaminação crescente entre o primeiro paciente e o terceiro, indicando o descomprometimento aos cuidados higiênicos do ambiente. Além disso, foram detectados microrganismos por meios específicos presente no equipo após a utilização, confirmando a falta de conhecimento ou não aplicação das normas de biossegurança e práticas aos cuidados higiênicos. Conclui-se neste trabalho, o alto risco de contaminações entre pacientes caso não seja realizado a troca dos equipos utilizados, bem como aos cuidados com a desinfecção tópica do local (pele) onde será inserido a agulha para realização do procedimento de carboxiterapia

Palavras-chave


Carboxiterapia. Equipo. Contaminação cruzada.

Texto completo:

185-188

Referências


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